Cresce a participação de mulheres atuando no Agronegócio

Você sabia dessa super novidade? Confira mais detalhes

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Hoje, 21 de abril, em Belo Horizonte, nós da Agrorural.net, vamos te explicar melhor sobre a participação de mulheres atuando no Agronegócio. Durante muito tempo, este campo dos negócios foi controlado apenas por homens. No entanto, atualmente, as notícias estão comprovando que esta situação está sendo revertida.

Assim, as mulheres conseguiram – mas ainda estão na luta – garantir mais espaço e visibilidade em cargos renomados, importantes e que antes seria impossível. Por isso, confira abaixo este grande avanço com mais detalhes e informações. Afinal, é importante você estar por dentro das conquistas que o mundo tem ao longo dos anos, não é mesmo?

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Cresce a participação de mulheres atuando no Agronegócio
Cresce a participação de mulheres atuando no Agronegócio – Pexels

Participação de mulheres atuando no Agronegócio

Em primeiro lugar, antes de comentarmos os avanços, é preciso dizer que ainda há um longo caminho a percorrer. Isso porque, segundo o IBGE, as mulheres ocupam cerca de 37,4% dos cargos de liderança no Brasil. Contudo, no setor agro, a participação feminina na administração das empresas é de 19%. Ou seja, este número é muito maior do que os anos anteriores, mas a situação ainda é delicada e precisa melhorar mais.

Com o avanço dos anos, o setor está se empenhando para mudar esta realidade. Assim, de acordo com os dados da Associação Brasileira do Agronegócio, 31% das propriedades rurais brasileiras estão sob responsabilidade de mulheres – e muitas delas já nasceram lideradas por elas. Ademais, comparando os anos de 2020 e 2021, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq-USP) mostrou que a participação feminina no campo aumentou 13,29%.

Uma realidade cada vez mais presente

Por fim, sabemos que as empresas atualmente estão cada vez mais se importando com pautas de inclusão e diversidade nas áreas, principalmente sobre participação de mulheres atuando no Agronegócio. Por isso, a ideia é que cada vez mais haja esta inclusão e representatividade. Dessa forma, as mulheres estarem na liderança também é uma forma de resistência e de evolução. Isso, com certeza, serve de suporte para tantas outras que um dia perderam a esperança de alcançarem certos tipos de cargos.

Todavia, a situação não deixa de ser um desafio. Desse modo, Jéssica Regina, representante da Barenbrug do Brasil no YPAC (Young Professional Advisory Committee), comenta que é um desafio, mas um desafio bacana, pois ele permite a troca de experiências, cultura e um fortalecimento da rede de apoio geral, porém, sobretudo, feminina.

Você imaginava tudo isso sobre a participação de mulheres atuando no Agronegócio? Deixe nos comentários suas percepções acerca deste assunto!

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